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Brasil deve fechar 2022 com a nona maior taxa de desemprego mundial

Brasil deve fechar 2022 com a nona maior taxa de desemprego mundial

29/04/2022

 

A taxa de desemprego no Brasil deve ficar entre as mais altas do mundo neste ano, de acordo com levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, com dados das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global.

O Brasil aparece com a 9ª pior estimativa de desemprego em 2022, em um ranking que tem projeções do FMI para 102 países. O país deve fechar o ano com taxa de 13,7%, de acordo com o Fundo, bem maior do que a média global prevista, que é de 7,7%.

O valor brasileiro ainda é mais alto que o esperado para países emergentes (8,7%) e é o 2º maior dentre os membros do G20, ficando atrás apenas da África do Sul (35,2%). Confira o ranking global:

Projeção da taxa de desemprego em 2022

  1. África do Sul- 35,2%
  2. Sudão - 30,2%
  3. Cisjordânia e Faixa de Gaza - 25,7%
  4. Armênia - 19,5%
  5. Geórgia - 18,5%
  6. Bósnia-Herzegovina - 15,7%
  7. Macedônia do Norte - 15,7%
  8. Bahamas - 13,9%
  9. Brasil - 13,7%
  10. Costa Rica - 13,4%
  11. Espanha - 13,4%
  12. Grécia - 12,9%
  13. Colômbia - 11,9%
  14. Marrocos - 11,7%
  15. Turquia - 11,3%
  16. Argélia - 11,1%
  17. Suriname - 10,9%
  18. Aruba - 10,4%
  19. Albânia - 10,3%
  20. Irã - 10,2%
  21. Barbados - 10,0%
  22. Uzbequistão  10,0%
  23. Sérvia - 9,9%
  24. Panamá - 9,7%
  25. Itália - 9,3%
  26. Peru - 9,3%
  27. Rússia - 9,3%
  28. Argentina - 9,2%
  29. Cabo Verde - 8,5%
  30. Chipre - 8,5%

 

Para comparação, países importantes ficaram fora do top 30. França ficou em 35º lugar, com projeção de desemprego em 7,8%; Chile ficou em 44º, com 7%; China em 85º, com 3,7%; Estados Unidos em 89º, com 3,5%; Alemanha em 92º, com 3,2%; e Japão em 96º, com 2,6%.

 

Segundo o mesmo levantamento, o Brasil tinha ficado com a 16ª pior posição em 2021 e com a 22ª pior em 2020. De acordo com o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego no Brasil em 2021 foi de 13,2%, contra 13,8% em 2020.

 

Fonte: IG

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